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Brasil Justiça

Preso na Bolívia, ex-diretor da Gaviões do Fiel é liberado pelo STJ

"Cantor" foi preso em Santa Cruz de La Sierra utilizando documentos falsos

12/01/2024 09h17
Por: Redação Fonte: Dourados News
Preso na Bolívia, ex-diretor da Gaviões do Fiel é liberado pelo STJ

O ex-diretor da Gaviões da Fiel, Elvis Riola de Andrade, conhecido como “Cantor” e apontado como integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), foi colocado em liberdade por decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Ele havia sido preso na Bolívia e entregue à PM (Polícia Militar) de Corumbá, na região de fronteira com a Bolívia, de onde foi levado a São Paulo.

"Cantor" foi preso em Santa Cruz de La Sierra utilizando documentos falsos. A prisão foi comemorada pelas autoridades bolivianas, conforme postagem nas redes sociais. No mesmo dia foi repatriado ao Brasil, entrando por Corumbá. De lá, veio para Campo Grande de helicóptero e, em outra etapa do esquema de transferência, comandado pela PM, Elvis Riola seguiu viagem até Presidente Prudente, São Paulo.

Segundo o site Metrópoles, a decisão da ministra Daniela Teixeira havia sido expedida no dia 18 de dezembro, reconsiderando um entendimento anterior do STJ. A ministra derrubou a prisão preventiva contra o ex-diretor da Gaviões da Fiel, expedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo ao julgar apelações de Riola e do Ministério Público quanto à sua condenação pelo Tribunal do Júri.

A defesa dele alegou à ministra do STJ que ele ficou preso preventivamente entre junho de 2010 e agosto de 2021, onze anos, enquanto a pena imposta a ele pelo Júri foi de 15 anos. Os advogados de Riola também argumentaram que, desde sua saída da prisão, ele estava trabalhando.

Daniela Teixeira considerou que o caso de Cantor não se enquadrava nos requisitos necessários para uma ordem de prisão preventiva e determinou, em liminar, que ele fique em liberdade até o julgamento final de seu habeas corpus pelo STJ.

O despacho de Daniela Teixeira também considerou a presunção de inocência do acusado. “Ao preservar a presunção de inocência e permitir que os indivíduos aguardem o desfecho de seus processos em liberdade, promovemos uma abordagem mais justa e equitativa, fortalecendo, assim, a confiança na justiça e o respeito aos direitos humanos”, escreveu a ministra.

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